Eu e a Santa Casa: A Jornada de Margarida, da recepção

Margarida : 35 anos de dedicação

Nossa série “Eu e a Santa Casa” traz, este mês, uma figura que representa o espírito de cuidado e dedicação que permeia os corredores do nosso hospital. Hoje a história contada é da nossa recepcionista Margarida, presença de esperança e apoio para os que buscam nossos serviços.

Da Recepção aos Corações dos Pacientes

Trabalhando na recepção, Margarida é o primeiro sorriso que muitos encontram ao entrar. Ela está conosco há 35 anos, desde 1988. E sua função vai além do atendimento; ela é parte importante na jornada de apoio aos familiares, que muitas vezes chegam desesperados, precisando de acolhimento.

Ela relembra os momentos mais difíceis da instituição, e hoje se orgulha em presenciar o avanço do hospital nos serviços prestados a saúde da população capixaba e na melhora da rotina dos colaboradores.

Além disso, Margarida tem uma ligação ainda mais profunda com a Santa Casa – ela também foi paciente aqui. Após um aneurisma em 2005, ela experimentou o cuidado da nossa equipe e relembra o quanto foi bem cuidada. Essa vivência, ela diz: “me faz perceber que a Santa Casa é como uma família”.

Entre as histórias que marcaram sua carreira, ela relembra dois casos de pacientes que foram salvos devido à sua ação juntamente com o apoio dos médicos da casa. Ela afirma que ajudar as pessoas dá significado à sua própria vida. A saúde é sua paixão, e a habilidade de fazer a diferença na vida dos pacientes e de suas famílias é o que a inspira a seguir em frente, dia após dia.

Vida Além do Hospital

Quando não está no hospital, ela é uma pessoa do lar, dedicada à família e aos vizinhos, sempre estendendo a mão para quem precisa. Sempre que possível, ela aproveita os seus momentos de descanso para rever seus familiares em São Mateus, sua cidade natal.

Hoje, seus desafios são trabalhar para aprimorar ainda mais o seu atendimento e ser reconhecida pelo valor que entrega a cada pessoa que atende. Seu compromisso é com a excelência e a empatia e completa:
“A Santa Casa é mais do que um local de trabalho para mim; é um lar, uma família, e uma parte inseparável da minha história”.