Espaço Cultural da Santa Casa é destaque na mídia

O Espaço Cultural Sra. Marysa da Silveira Cruz, inaugurado na Santa Casa de Vitória em Dezembro de 2022, foi destaque na mídia. A TV Tribuna (SBT) e a TV Educativa realizaram reportagens no espaço, contando um pouco da nossa história e de pessoas que ajudaram a construir o que a Santa Casa é hoje.

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O Espaço Cultural

O espaço de memória localizado dentro do Hospital Santa Casa, fica exatamente no local que, por décadas, foi a entrada oficial do hospital. Ele foi inaugurado em dezembro de 2022 e reúne partes da nossa história, como fotos do período de construção da Santa Casa e da urbanização de Vitória, uma linha do tempo que conta a trajetória da instituição de saúde mais antiga do Espírito Santo, além de frascos de remédios centenários e outros itens de décadas passadas, que ajudam a contar um pouco da história da saúde capixaba.

E o espaço foi todo concebido tendo como inspiração uma joalheria dos anos 1920, mesmo período em que os pavilhões da Santa Casa foram erguidos, em 1912. O projeto do espaço cultural foi doado pelas arquitetas Patrícia Grasselli e Camila Casati. A inspiração em uma joalheria antiga vem do mesmo motivo da criação do espaço: expor as jóias que são os objetos e registros da história da Santa Casa.

O local recebe o nome da mais antiga funcionária da Santa Casa, Sra. Marysa da Silveira Cruz, que aos 90 anos de idade, trabalha na instituição até hoje. A visitação é aberta a funcionários, pacientes e familiares que passam pela Santa Casa de Vitória.

Marysa da Silveira Cruz

Em 1958, chegava pela primeira vez para trabalhar na Santa Casa de Misericórdia de Vitória uma jovem de 25 anos de idade. Hoje, aos 90, Marysa da Silveira Cruz completa 65 anos de serviços prestados à instituição, e segue trabalhando na Provedoria. É ela quem dá nome ao nosso novo Espaço Cultural.

“Quando cheguei, ainda havia a Obra Social Santa Luíza, na Reta da Penha, orfanato que deu lugar à EMESCAM em 1968. Hoje a EMESCAM já fez 55 anos de fundação e eu ainda estou por aqui”, brinca.

Com uma memória de dar inveja, ela ainda se lembra de diversos momentos da história do hospital. “Lembro das enfermarias divididas em tapumes de madeira, as irmãs de caridade que eram encarregadas pelas enfermarias. Passei por cinco ou seis provedores”, conta.

Com mais de 6 décadas de dedicação à nossa Santinha, ela acumula amigos e, claro, inúmeras histórias curiosas ocorridas por aqui ao longo dos anos.